cambio automatico, transmissao automatica, caixa automatica CÂMBIO AUTOMÁTICO - MULTI-TRANSMISSÃO
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DÚVIDAS SOBRE TRANSMISSÃO AUTOMÁTICA

Veículos precisam de uma transmissão por causa das rotações do motor. 

Veja as características do sistema e envie sua pergunta.

Imagine uma criança brincando de bicicleta. Ao empregar uma determinada força nos pedais a corrente transfere essa força para rodas e assim a bicicleta ganha movimento. 

Esse é o princípio de funcionamento de uma transmissão de automóvel. No início era assim, um mecanismo simples, oriundo de correntes, mas veio o aperfeiçoamento e introduziu engrenagens e depois a caixa de marchas. Primeiro eram três marchas, depois, no início do século 20 veio o câmbio em H, formato utilizado até hoje nos carros.

Os veículos precisam de uma transmissão por causa das rotações do motor. Essas rotações possuem um limite, representadas por uma faixa de giros em que se atinge o máximo de potência e torque. 

Se passar desse limite o motor poderia explodir, assim a transmissão permite que as rotações e em conseqüência a velocidade estejam em níveis abaixo desse limite. 

A transmissão permite que a relação entre o motor e as rodas motrizes mude à medida que a velocidade do carro aumenta ou diminui.
A transmissão se divide em três: embreagem, caixa de marchas (câmbio) e diferencial. 
 

Câmbio manual e automatizado (Foto: Divulgação)
O primeiro, a embreagem, tem a função de conectar e desconectar o motor a caixa de marchas, proporcionando trocas suaves e precisas

. Ao pisar no pedal da embreagem, o motor e a transmissão estão desconectados, de forma que o motor possa girar livremente mesmo se o carro estiver parado

Desse modo, com a embreagem acionada é possível engatar um marcha. Ao soltar o pedal da embreagem, o motor e o eixo principal da caixa de marchas ficam conectados um ao outro e assim ambos passam a girar na mesma rotação e o automóvel ganha movimento. 
 

Conta giros mostra o número de rotações por minuto do motor (Foto: Divulgação)
O câmbio tem a função de ajustar as rotações do motor a velocidade requerida pelas rodas, tanto para mais como para menos. Várias engrenagens são utilizadas para permitir uma gama de desmultiplicações.
 
As rotações do motor quando chegam a caixa de marchas sofrem reduções, de modo que, se o motor gira a duas mil rotações por minuto, o câmbio faz uma redução dessas rotações e repassa ao diferencial.

Quando chegam as rodas, as rotações são menores, adequadas aos giros que cada roda deve fazer para movimentar o carro. Por exemplo, se a rotação do eixo principal da caixa de marchas for igual à rotação do eixo que vai para as rodas, a relação de transmissão é de 1:1, da mesma forma, se a rotação do eixo das rodas for igual à metade da rotação do eixo que sai, a relação de transmissão será de 0,5:1. 

O diferencial é formado por várias engrenagens e permite que as rodas de um mesmo eixo girem em velocidades diferentes, o que facilita fazer uma curva, por exemplo. As rotações que saem do câmbio também podem sofrer reduções no diferencial antes de chegarem as rodas. A energia mecânica é finalmente transmitida às rodas motrizes por meio de um semi-eixo existente em cada um dos lados do diferencial. 

Em carros com o motor na frente e tração traseira existe um complemento na transmissão, chamado de eixo cardã. Os automóveis com motor na dianteira e com tração dianteira ou com o motor atrás e tração nas rodas de trás dispensam o eixo cardã.


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